Eu finalmente passei um carnaval fora do Rio de Janeiro.
Eu descobri que alguns amigos eram menos amigos do que eu pensava.
Que alguns amigos eram mais amigos do que eu pensava.
E que alguns amigos eram exatamente como eu pensava.
Conheci pessoas incríveis.
Deixei de conhecer pessoas incríveis.
Me prometi conhecer pessoas incríveis.
Descobri que um pacote Doritos pode provocar muita inveja em certas pessoas.
E que ser chamado de fã de Carrapicho não é uma ofensa tão grande quanto imaginava.
Descobri ser criação de uma mente alheia.
Depois descobri não ser.
Perdi a Chun-li. (e nunca vou me perdoar por botar um nome tão ridículo na coitada)
Ganhei a Mel. (e nunca vou me perdoar por deixar minha mãe botar um nome tão comum na coitada)
Cometi erros que cometi em 2006, 2005, 2004.
Cometi erros que não cometi em 2006, 2005, 2004.
Cometi erros que nem sabia que era possível cometer.
Aprendi que ter dinheiro é bom
E que ganhar dinheiro é um saco.
Aconteceram coisas boas.
Coisas ruins.
E coisas mais ou menos. (que correspondem a cerca de 80% da vida)
Ou seja, foi um ano bom.
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terça-feira, janeiro 01, 2008
segunda-feira, maio 07, 2007
O Fundo do Poço
Todo mundo sabe que o fundo do poço de um blog é quando o dono começa a postar esses testes ridículos. Bem, aqui vão dois.
Façam também!
*****
Façam também!
| You Are 22 Years Old |
![]() Under 12: You are a kid at heart. You still have an optimistic life view - and you look at the world with awe. 13-19: You are a teenager at heart. You question authority and are still trying to find your place in this world. 20-29: You are a twentysomething at heart. You feel excited about what's to come... love, work, and new experiences. 30-39: You are a thirtysomething at heart. You've had a taste of success and true love, but you want more! 40+: You are a mature adult. You've been through most of the ups and downs of life already. Now you get to sit back and relax. |
*****
| You Are 50% Left Brained, 50% Right Brained |
![]() The left side of your brain controls verbal ability, attention to detail, and reasoning. Left brained people are good at communication and persuading others. If you're left brained, you are likely good at math and logic. Your left brain prefers dogs, reading, and quiet. The right side of your brain is all about creativity and flexibility. Daring and intuitive, right brained people see the world in their unique way. If you're right brained, you likely have a talent for creative writing and art. Your right brain prefers day dreaming, philosophy, and sports. |
segunda-feira, janeiro 08, 2007
domingo, janeiro 07, 2007
Rito e Método
Eu sou ritualista e metódico. Nunca pensei ser uma das duas coisas, mas sou.
Por isso eu vivo me explicando. Adoro me explicar. Passo horas e horas dando explicações. Acabo explicando pequenos trechos das explicações mesmo a pessoa não pedindo. Sou detestável. Mas faço isso porque preciso do desfecho. Preciso do "sim" ou do "não". Preciso da certeza que a pessoa entendeu tudo o que eu quis falar e eu preciso da certeza de que sim, ela entendeu. E que sim está tudo bem. Isso faz com que eu pareça um grande inseguro. O que eu não sou. Tudo bem, um pouco.
Ok, o que isso tem a ver com ritualismo?! Bem, pra mim o "então está tudo bem mesmo, né?! Você me entendeu?!" É um ritual. É um ritual de encerramento. Essa é a vantagem. No momento em que o último "tudo bem" foi dito, tudo se encerra. Eu não guardo mágoa, rancor, não guardo nada. Tudo se encerra no fim do ritual. No outro dia estou novo. Esse é meu método.
Isso me faz pensar no quanto eu acho que os ritos de passagem fazem falta para a humanidade. Fazem falta ao menos pra mim. Eles são símbolos que uma parte de sua vida se encerrou e outra está começando. Sem eles tudo fica meio nebuloso. Eu as vezes acho que a razão de até hoje me achar mais um menino do que um homem foi porque ninguém me deu apenas uma lança, me jogou sozinho na floresta e disse "se você sobreviver por cinco dias, é um adulto". Qual é o evento da vida moderna que nos diz claramente que somos homens? Nenhum. Por isso hoje somos meninos de mais de 20 anos jogando video-game e morando com a mãe.
Talvez aí esteja a explicação para o amadurecimento precoce das mulheres. Elas ainda têm um ritual: o baile de debutante. É um rito meio vazio e sem significado, mas é alguma coisa. Ainda é um "estou sendo apresentada a sociedade. Sou uma mulher".
Eu gosto de ritos, gosto de rituais, gosto do aspecto simbólico deles. Festas de casamento, despedidas de solteiro, velório, réveillon, missa de sétimo dia para os católicos. Todos esses pequenos momentos da vida em que esquecemos o dia a dia e nos dedicamos a simbolicamente celebrar ou sofrer para encerrar uma fase e iniciar outra.
Por isso eu vivo me explicando. Adoro me explicar. Passo horas e horas dando explicações. Acabo explicando pequenos trechos das explicações mesmo a pessoa não pedindo. Sou detestável. Mas faço isso porque preciso do desfecho. Preciso do "sim" ou do "não". Preciso da certeza que a pessoa entendeu tudo o que eu quis falar e eu preciso da certeza de que sim, ela entendeu. E que sim está tudo bem. Isso faz com que eu pareça um grande inseguro. O que eu não sou. Tudo bem, um pouco.
Ok, o que isso tem a ver com ritualismo?! Bem, pra mim o "então está tudo bem mesmo, né?! Você me entendeu?!" É um ritual. É um ritual de encerramento. Essa é a vantagem. No momento em que o último "tudo bem" foi dito, tudo se encerra. Eu não guardo mágoa, rancor, não guardo nada. Tudo se encerra no fim do ritual. No outro dia estou novo. Esse é meu método.
Isso me faz pensar no quanto eu acho que os ritos de passagem fazem falta para a humanidade. Fazem falta ao menos pra mim. Eles são símbolos que uma parte de sua vida se encerrou e outra está começando. Sem eles tudo fica meio nebuloso. Eu as vezes acho que a razão de até hoje me achar mais um menino do que um homem foi porque ninguém me deu apenas uma lança, me jogou sozinho na floresta e disse "se você sobreviver por cinco dias, é um adulto". Qual é o evento da vida moderna que nos diz claramente que somos homens? Nenhum. Por isso hoje somos meninos de mais de 20 anos jogando video-game e morando com a mãe.
Talvez aí esteja a explicação para o amadurecimento precoce das mulheres. Elas ainda têm um ritual: o baile de debutante. É um rito meio vazio e sem significado, mas é alguma coisa. Ainda é um "estou sendo apresentada a sociedade. Sou uma mulher".
Eu gosto de ritos, gosto de rituais, gosto do aspecto simbólico deles. Festas de casamento, despedidas de solteiro, velório, réveillon, missa de sétimo dia para os católicos. Todos esses pequenos momentos da vida em que esquecemos o dia a dia e nos dedicamos a simbolicamente celebrar ou sofrer para encerrar uma fase e iniciar outra.
segunda-feira, outubro 02, 2006
Elucubração
Está chovendo.
Estou no meu quarto. Ele é escuro demais.
Até que ponto eu sou real ou um construto de ficções? Minhas dores e delicias são verdadeiras ou são apenas o que eu acho que deveriam ser porque a ficção me disse assim?
Chove. O céu é cinza e as árvores verdes. Da minha casa eu vejo árvores, casas, prédios e favelas. Eu gosto da chuva. Gosto do cheiro de terra molhada que ela traz. Talvez recordações de algo que eu nem vivi. Um tempo simples e tranqüilo no campo. Por que a lembrança do campo, da fazenda, do passado rural, do passado pré-urbano que não vivemos nos traz essa idéia de paz?
Eu olho pra chuva. Eu queria sentir o gosto dela. Queria me molhar nela. Mas eu queria isso? Ou é só a memória residual de um filme que eu vi? Sou me lembrando de Um Sonho de Liberdade e associando automaticamente um banho de chuva a estar livre?
I'm sad. E eu gosto de estar triste e gosto de escrever "i'm sad" porque talvez isso me aproxime do meu imaginário, as figuras heróicas e trágicas dos romances. Será tão simples? É só isso o que eu sou? Quem sou eu de verdade? Quais são meus sonhos e aspirações reais? Eu me perdi na fantasia?
Eu sofro por amores que não existem. Construo redes imaginárias e olho pra chuva. Chove lá fora (não... aqui não faz tanto frio).
Eu preciso beber algo. Água. Eu odeio água. Eu odeio posts pessoais e sem sentido. Eu tinha me prometido nunca escrever algo assim. Mas não importa. Agora escrevi. Não, não precisa ler. Clica no x ali em cima, fecha essa janela e e esqueça-se pra sempre que você entrou aqui.
Vou olhar a chuva.
E torcer para ela nunca parar.
Estou no meu quarto. Ele é escuro demais.
Até que ponto eu sou real ou um construto de ficções? Minhas dores e delicias são verdadeiras ou são apenas o que eu acho que deveriam ser porque a ficção me disse assim?
Chove. O céu é cinza e as árvores verdes. Da minha casa eu vejo árvores, casas, prédios e favelas. Eu gosto da chuva. Gosto do cheiro de terra molhada que ela traz. Talvez recordações de algo que eu nem vivi. Um tempo simples e tranqüilo no campo. Por que a lembrança do campo, da fazenda, do passado rural, do passado pré-urbano que não vivemos nos traz essa idéia de paz?
Eu olho pra chuva. Eu queria sentir o gosto dela. Queria me molhar nela. Mas eu queria isso? Ou é só a memória residual de um filme que eu vi? Sou me lembrando de Um Sonho de Liberdade e associando automaticamente um banho de chuva a estar livre?
I'm sad. E eu gosto de estar triste e gosto de escrever "i'm sad" porque talvez isso me aproxime do meu imaginário, as figuras heróicas e trágicas dos romances. Será tão simples? É só isso o que eu sou? Quem sou eu de verdade? Quais são meus sonhos e aspirações reais? Eu me perdi na fantasia?
Eu sofro por amores que não existem. Construo redes imaginárias e olho pra chuva. Chove lá fora (não... aqui não faz tanto frio).
Eu preciso beber algo. Água. Eu odeio água. Eu odeio posts pessoais e sem sentido. Eu tinha me prometido nunca escrever algo assim. Mas não importa. Agora escrevi. Não, não precisa ler. Clica no x ali em cima, fecha essa janela e e esqueça-se pra sempre que você entrou aqui.
Vou olhar a chuva.
E torcer para ela nunca parar.
sexta-feira, setembro 29, 2006
Aprendizado
Relendo os três últimos posts aprendi uma valiosa lição:
nunca poste depois de passar a noite em claro.
nunca poste depois de passar a noite em claro.
sexta-feira, junho 02, 2006
Ajuda!
Alguém sabe onde eu encontro na internet esse clipe: "La Tour De Pise - Jean Francois Coen". Não vale falar "no eMule". Estava querendo em um youtube ou videogoogle da vida (ou similares). Alguém sabe? Alguém? Bueller?
quinta-feira, junho 01, 2006
X-Men 3 e o Orgulho
X-men: The Last Stand teve o melhor primeiro dia da história! Teve o quarto melhor fim de semana de estréia (também da história) e aniquilou O Código Da Vinci nas bilheterias. Sabe o que é pior? Isso me entristece. Não, não. Eu não estava torcendo pelo fracasso dos mutantes. Nem sou fã do livro do Dan Brown. Fico triste porque isso acaba com uma certa vaidade minha.
Sempre tive um orgulho meio besta de conseguir "sentir" o que o público quer. Tenho uma certa idéia de que séries vão fazer sucesso ou fracassar, que novela dá certo ou não, quem vai ser eliminado em um paredão do BBB e que filme vai dar muita bilheteria! Lógico que eu não faço nenhuma análise aprofundada ou qualquer coisa do gênero. É simplesmente um chute que, por sorte, mais de 50% das vezes dá certo.
Ei, não me olhem assim. Eu tinha que ter sorte em alguma coisa.
Pensando bem, podem olhar sim. Agora nem isso eu tenho mais. Eu tinha certeza absoluta que X-Men 3 seria um fracasso. Sinceramente. Bryan Singer abandonou o projeto, o roteiro parecia imbecil... Pra mim parecia claro como água. Droga! Decepção total.
Como já estou acabado mesmo, vou fazer uma última previsão: Superman Returns vai fazer sucesso, mas não será estrondoso. Ficará atrás de X-Men 3. Fará mais sucesso que Batman Begins, mas não muito.
Tá, essa foi uma aposta maluca. Nem eu acredito muito. Veremos.
Sempre tive um orgulho meio besta de conseguir "sentir" o que o público quer. Tenho uma certa idéia de que séries vão fazer sucesso ou fracassar, que novela dá certo ou não, quem vai ser eliminado em um paredão do BBB e que filme vai dar muita bilheteria! Lógico que eu não faço nenhuma análise aprofundada ou qualquer coisa do gênero. É simplesmente um chute que, por sorte, mais de 50% das vezes dá certo.
Ei, não me olhem assim. Eu tinha que ter sorte em alguma coisa.
Pensando bem, podem olhar sim. Agora nem isso eu tenho mais. Eu tinha certeza absoluta que X-Men 3 seria um fracasso. Sinceramente. Bryan Singer abandonou o projeto, o roteiro parecia imbecil... Pra mim parecia claro como água. Droga! Decepção total.
Como já estou acabado mesmo, vou fazer uma última previsão: Superman Returns vai fazer sucesso, mas não será estrondoso. Ficará atrás de X-Men 3. Fará mais sucesso que Batman Begins, mas não muito.
Tá, essa foi uma aposta maluca. Nem eu acredito muito. Veremos.
quarta-feira, dezembro 07, 2005
Concurso
Enquanto não penso num post melhor, que tal participarmos do concurso "complete a frase com uma desculpa esfarrapada"?
A frase é "Esse blog não morreu, ele apenas..."
Bote toda sua criatividade para fora! Mostre o frasista que há dentro de você!
Minha frase: Esse blog não morreu, ele apenas está em retiro espiritual.
Tente você também! O vencedor ganhará 01 (UM) beijo meu!
Participe!
A frase é "Esse blog não morreu, ele apenas..."
Bote toda sua criatividade para fora! Mostre o frasista que há dentro de você!
Minha frase: Esse blog não morreu, ele apenas está em retiro espiritual.
Tente você também! O vencedor ganhará 01 (UM) beijo meu!
Participe!
segunda-feira, julho 19, 2004
O que eu queria
Eu queria escrever sobre Gay Talese. Sobre como ler Fama & Anonimato me fez voltar a ter fé no jornalismo. Dizer que Frank Sinatra Está Resfriado é mesmo o mais brilhante perfil já escrito, mas lembrar ainda que O Perdedor e Sr. Má Notícia também são brilhantes. Ah, e que toda a segunda parte do livro sobre a construção da ponte Verrazano-Narrows é fenomenal.
Eu queria escrever também sobre O Grande Gatsby, de F. Scott Fizgerald. Comentar que esse é o grande romance americano, falar que aquele final é inesquecível. Depois fazer uma longa análise sobre como o livro representa o sonho americano encontrando a realidade e sendo despedaçado por ela e isso me levaria a comentar outro livro, Pastoral Americana, de Phillip Roth.
Queria fazer um rápido comentário sobre como adoro aqueles longos parágrafos do Saramago e seus diálogos entre vírgulas, mas ressaltar que realmente é um pouco complicado pra quem o lê pela primeira vez. E fazer outro rápido comentário sobre Budapeste, do Chico. Dizer que é um bom livro, mas que fizeram muito hype. Chico compositor ainda é muito superior ao romancista.
Queria elogiar muito Oldboy, filme sulcoreano dirigo por Chan-wook Park. Dizer mesmo que é maravilhoso, que é cruel, que é violento e que tem que passar nos cinemas do Brasil, antes que os EUA façam um remake. Enquanto não vem, diria para baixarem no eMule. E terminar com: “esse filme é sobre vinganças, dentes arrancados, polvos comidos vivos, línguas cortadas e relações amorosas não-convencionais”.
Por fim escreveria que sou um homem feliz porque agora tenho cinco discos do Radiohead (dois comprados legalmente, o resto graças aos p2p da vida). Dizer que existe muita diferença entre eles, mas que todos são indiscutivelmente Radiohead. Todos têm sua assinatura. Você bota o disco para tocar e em cinco segundos fala: "isso é Radiohead". E é! Só poderia ser Radiohead.
Sobre política eu não queria escrever nada. No momento estou aborrecido com isso. Política tem me causado enfado, cansaço, irritação. Política no Brasil anda muito chata.
Era sobre isso que eu queria escrever. Só não escrevo porque daria um post muito extenso.
Eu queria escrever também sobre O Grande Gatsby, de F. Scott Fizgerald. Comentar que esse é o grande romance americano, falar que aquele final é inesquecível. Depois fazer uma longa análise sobre como o livro representa o sonho americano encontrando a realidade e sendo despedaçado por ela e isso me levaria a comentar outro livro, Pastoral Americana, de Phillip Roth.
Queria fazer um rápido comentário sobre como adoro aqueles longos parágrafos do Saramago e seus diálogos entre vírgulas, mas ressaltar que realmente é um pouco complicado pra quem o lê pela primeira vez. E fazer outro rápido comentário sobre Budapeste, do Chico. Dizer que é um bom livro, mas que fizeram muito hype. Chico compositor ainda é muito superior ao romancista.
Queria elogiar muito Oldboy, filme sulcoreano dirigo por Chan-wook Park. Dizer mesmo que é maravilhoso, que é cruel, que é violento e que tem que passar nos cinemas do Brasil, antes que os EUA façam um remake. Enquanto não vem, diria para baixarem no eMule. E terminar com: “esse filme é sobre vinganças, dentes arrancados, polvos comidos vivos, línguas cortadas e relações amorosas não-convencionais”.
Por fim escreveria que sou um homem feliz porque agora tenho cinco discos do Radiohead (dois comprados legalmente, o resto graças aos p2p da vida). Dizer que existe muita diferença entre eles, mas que todos são indiscutivelmente Radiohead. Todos têm sua assinatura. Você bota o disco para tocar e em cinco segundos fala: "isso é Radiohead". E é! Só poderia ser Radiohead.
Sobre política eu não queria escrever nada. No momento estou aborrecido com isso. Política tem me causado enfado, cansaço, irritação. Política no Brasil anda muito chata.
Era sobre isso que eu queria escrever. Só não escrevo porque daria um post muito extenso.
terça-feira, junho 15, 2004
quinta-feira, junho 10, 2004
sábado, junho 05, 2004
Dos "sim"
Sim, eu acredito em algo chamado amor. E acho que ele é tudo que nós precisamos.
Sim, eu já acreditei em 'ismos'. Comunismo, socialismo, anarquismo, quem sabe até um novo capitalismo. Hoje só acredito nisso aí da frase de cima.
Sim, eu acho que o socialismo morreu junto com a União Soviética. E acho que ele deveria ter morrido antes.
Sim, eu acho que é bom às vezes se perder sem ter porque, sem ter razão. E que é um dom saber mudar de tom.
Sm, eu votei no Lula. E apesar de não estar gostando do governo, não me arrependo.
Sim, eu sou muito tímido. Eu morro de medo de ser o centro, prefiro me esgueirar pelos cantos.
Sim, eu tenho poucos amigos. Mas gosto demais de todos eles.
Sim, eu acho a literatura a maior forma de arte criada pela humanidade.
Sim, Lolita é o livro mais bem escrito. E Cem Anos de Solidão o mais emocionante.
Eu já escrevi sim um poema, mas apenas uma pessoa viu. E vai continuar assim.
E sim! Eu acho que é importante ter mais sim do que não.
Sim, eu já acreditei em 'ismos'. Comunismo, socialismo, anarquismo, quem sabe até um novo capitalismo. Hoje só acredito nisso aí da frase de cima.
Sim, eu acho que o socialismo morreu junto com a União Soviética. E acho que ele deveria ter morrido antes.
Sim, eu acho que é bom às vezes se perder sem ter porque, sem ter razão. E que é um dom saber mudar de tom.
Sm, eu votei no Lula. E apesar de não estar gostando do governo, não me arrependo.
Sim, eu sou muito tímido. Eu morro de medo de ser o centro, prefiro me esgueirar pelos cantos.
Sim, eu tenho poucos amigos. Mas gosto demais de todos eles.
Sim, eu acho a literatura a maior forma de arte criada pela humanidade.
Sim, Lolita é o livro mais bem escrito. E Cem Anos de Solidão o mais emocionante.
Eu já escrevi sim um poema, mas apenas uma pessoa viu. E vai continuar assim.
E sim! Eu acho que é importante ter mais sim do que não.
Dos "não"
Eu não confio em quem diz "só me arrependo do que não fiz." Me recuso a acreditar que sou o único assombrado pelos erros que cometi.
Eu não acredito em soluções milagrosas e instantâneas.
Eu não acredito mais em utopias.
Eu não gosto de pessoas que não mudam de idéia. Que se prendem a uma verdade e não largam dela nunca, mesmo quando já é óbvio que essa verdade não existe.
Eu não sei qual é o sentido da vida e nem quero saber. A pergunta é mais interessante do que a resposta.
Eu não sou um bom juiz de caráter.
Eu não consigo gostar de música instrumental. A não ser que seja Clássica, e ainda assim mais por respeito aos compositores.
Eu não sei tocar nenhum instrumento musical.
Eu não terminei de ler Os Sertões. Acho a primeira parte desse livro a coisa mais chata já posta em papel. Tá, talvez só perca pra Iracema.
Não, eu nunca escrevi uma letra de música.
Eu não acredito em soluções milagrosas e instantâneas.
Eu não acredito mais em utopias.
Eu não gosto de pessoas que não mudam de idéia. Que se prendem a uma verdade e não largam dela nunca, mesmo quando já é óbvio que essa verdade não existe.
Eu não sei qual é o sentido da vida e nem quero saber. A pergunta é mais interessante do que a resposta.
Eu não sou um bom juiz de caráter.
Eu não consigo gostar de música instrumental. A não ser que seja Clássica, e ainda assim mais por respeito aos compositores.
Eu não sei tocar nenhum instrumento musical.
Eu não terminei de ler Os Sertões. Acho a primeira parte desse livro a coisa mais chata já posta em papel. Tá, talvez só perca pra Iracema.
Não, eu nunca escrevi uma letra de música.
quarta-feira, junho 02, 2004
an.gús.tia
s. f. 1. Espaço reduzido; estreiteza. 2. Carência, falta. 3. Estado de grande inquietude que parece apertar o coração. 4. Med. Estenose. 5. Aflição, sofrimento.
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